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Lápis - um companheiro fiel no nosso dia-a-dia

O lápis tem sido um companheiro fiel no nosso dia-a-dia durante muitos séculos.

O lápis tem sido um companheiro fiel no nosso dia-a-dia durante muitos séculos. Mais de 81% dos alemães utilizam lápis de forma habitual - por exemplo, para fazer anotações ou desenhar.

O que sim sabemos é que já no século XVII existiam os chamados "fazedores de lápis de chumbo", os quais exerciam seu ofício na Alemanha - na região de Nuremberg em particular.

Um dos pioneiros do lápis foi Friedrich Staedtler, um antepassado do fundador da companhia. Ele fez de fabricar lápis a sua profissão principal e existem referências a sua figura nos anais da cidade de Nuremberg em 1662.

Ele foi o primeiro artesão a fazer lápis do início ao fim - desde a mina e o corte do pedaço de madeira até o lápis terminado em si mesmo. Embora que suas ações s violavam diretamente as normas do Conselho de Nuremberg, que havia determinado que isto exigia duas operações diferentes, sua forma de atuar preparou o terreno para o resto da profissão.

O lápis mais antigo do mundo

Este lápis antiguíssimo foi encontrado em meio às colunas do sótão de uma casa construída no século 17. O lápis foi provavelmente esquecido por um carpinteiro por acidente, onde ficou por 3 séculos. Este lápis é feito de 2 pedaços de madeira de tília, colados com uma barra de grafite entre elas e apresenta sinais de uso que atestam sua idade. O mais antigo exemplo de lápis de madeira do mundo, hoje é cuidadosamente preservado pelo acervo Faber-Castell localizado na Alemanha.

História do Lápis

O precursor mais remoto do lápis talvez seja identificado como sendo as varas queimadas cujas pontas foram utilizadas pelos primitivos hominídeos para gravar inscrições nas cavernas, as famosas pinturas rupestres. Há cerca de 3.500 anos, na sociedade egípcia, as "varas" de rabiscar evoluíram para pequenos pincéis capazes de produzir linhas finas e escuras nas superfícies.

Há cerca de 1.500 anos, os gregos e romanos perceberam que estiletes metálicos serviam igualmente bem ou mesmo melhor ao propósito de registrar dados em superfícies. Por suas qualidades, o chumbo passou a ser amplamente empregado com tal fim.

Os primeiros lápis livres de chumbo datam do século XVI. Neste século foi descoberta, perto de Borrowdale, Cúmbria, Inglaterra, uma grande jazida de um material bastante puro e sólido, hoje reconhecido como o estado alotrópico mais comum do carbono, a grafite. À época nomeava-se tal elemento "chumbo negro" em alusão direta ao elemento concorrente e suas aplicações; e os habitantes locais descobriram rapidamente que o "chumbo negro" era muito útil para marcarem-se as ovelhas. Atando-se a grafite a varas de madeira, rapidamente surgiram os lápis rústicos, já livres de chumbo e parecidos aos que conhecemos hoje.